Os irmãos Bertoletti, parceiros da Agro100, são sempre os primeiros da região a utilizarem as inovações tecnológicas que chegam ao campo.

Valdemir Antonio e José Mario fazem uma agricultura exemplar nas lavouras de soja e milho plantadas em várias propriedades no município de Cambé. Além de plantarem na hora e da forma mais correta possível, usam a mais moderna tecnologia e utilizam os produtos mais modernos do mercado. E ano após ano, sempre inovando, eles garantem que conseguem bons índices de produtividade e lucratividade nas suas lavouras.
Eles não gostam de falar dos números que alcançam na atividade, mas quem vê as lavouras dos irmãos Bertoletti sabe que eles colhem acima da média e o resultado econômico é dos melhores. Nesta safra de inverno eles utilizaram o fertilizante  MicroEssentials, da Mosaic, na formulação 09-43-00, com os micronutrientes Zinco, Manganês, Cobre, Cálcio, Boro e Enxofre, na adubação de suas lavouras. Como a  fórmula não contém Potássio, esse nutriente foi aplicado a lanço. Segundo Valdemir,
a pesquisa aconselha a redução do Potássio na linha de plantio, já que o Cloreto de Potássio saliniza o solo e prejudica o desenvolvimento inicial das plantas. Valdemir
garante que, distribuído a lanço, o Potássio não se concentra no sulco e, aplicado antes do plantio e em solos argilosos como são os da nossa região, ele vai estar disponível
para a planta no momento que ela necessitar deste nutriente. Segundo Valdemir Bertoletti, eles optaram pelo MicroEssentials porque ele apresenta granulometria
perfeita e alta concentração de Nitrogênio e Fósforo, reduzindo pela metade o volume a ser aplicado em comparação aos fertilizantes convencionais. “Essa redução no volume traz uma grande economia de mão de obra, logística e hora de máquina. Não entope as plantadeiras economizando tempo para limpá-las. Dá agilidade no plantio e uma distribuição uniforme do fertilizante”, garante ele. Aliado ao uso do fertilizante diferenciado e de tecnologia avançada, os irmãos Bertoletti utilizam sementes com  genética também avançada, no caso do milho eles plantaram cerca de 15 por cento da área com híbridos superprecoces no dia 25 de janeiro, que em março essas lavouras já estavam pendoando. No restante da área plantaram cultivares precoces, desta forma escalonando o plantio, reduzindo os riscos de frustração de safra e podendo cultivar toda a área com economia de mão de obra, máquinas e equipamentos. No dia 2 de março eles plantaram as últimas lavouras e ele ainda diz que houve um atraso na operação por causa do excesso de chuvas no período. No caso da soja eles também
escalonam o plantio. Valdemir conta que de 30 por cento a 40 por cento da área é plantada com variedades precoces. Ele diz que no dia 20 de outubro do ano passado
toda a área estava plantada. No caso da utilização dos fertilizantes diferenciados, ele evita falar em número de aumento da produtividade. Mas garante que há, sim, um diferencial em relação à utilização de adubos convencionais. “Nos últimos dez anos aumentou em mais de 25% a produtividade das lavouras de soja. E no caso do milho o aumento supera os 50% de ganho em produtividade por área nesse mesmo período. Isto tem relação com o melhoramento genético das cultivares e no avanço tecnológico dos
agroquímicos e equipamentos de cultivo. Portanto, se o produtor quiser alcançar os mais altos índices de produtividade e rentabilidade na agricultura, ele não pode abrir mão de utilizar estes produtos mais avançados”, finaliza Valdemir Bertoletti.